Se alguém fizesse essa pergunta para você, o que responderia?

Principalmente quando estamos no mercado formal de trabalho, vulgo CLT, na maioria das vezes nossas conquistas são relacionadas ao que fizemos no trabalho, e nossas grandes frustrações também. 

Quando não temos consciência do nosso potencial e controle das nossas ações e escolhas, é comum ver diante de nós os seguintes cenários:

  • Grandes ideias com foco no cliente que não são abraçadas pela empresa terceira por interesses próprios;
  • Feedbacks genéricos (ou ausência de), com meras opiniões negativas sobre personalidade, muitas delas com belos elogios aos resultados. Algo como “você entrega até mais do que é preciso, mas não vou com sua cara”.
  • Desgaste emocional com excesso de trabalho, com a doce ilusão de que por trabalhar demais, receber sinceros elogios do cliente e entregar resultados um belo dia vão recompensar com reconhecimento.

Ah vá! Todo mundo que se dá mal em algum trabalho acha que foi perseguido pelos gestores! 

Isso pode ser verdade para alguns, mas não mencionei perseguição em nenhum momento. 

Aliás existia algo que eu não sabia, e ninguém sabia, porque caso contrário teria tirado um melhor proveito da minha força de trabalho:

Eu não sabia quem eu era e quem eram as pessoas ao meu redor.

Nosso pior erro enquanto profissionais é querer martelar parafuso até virar prego. Se pensar bem funciona, mas é um desperdício de uma capacidade adaptativa. 

Erramos em martelar o outro e deixar que martelem a gente. 

Nos últimos 2 anos me dediquei a desenrolar um enigma: o que precisava ser “mudado” para que pudesse virar a chave do meu mindset e ser protagonista da minha história?

Foi uma imersão muito mais profunda, mas vou resumir pelo resultado mais significativo:

Somos responsáveis por nos manter saudáveis e equilibrados, e somos responsáveis por nossas escolhas.

Inclusive a de continuar trabalhando num ambiente tóxico ou aceitar as consequências de uma manobra arriscada de trocar de empresa, quando os outros envolvidos não estão comprometidos com os seus objetivos, tampouco estão cientes das vantagens reais que teriam. 

A Análise Corporal tem sido o divisor de águas, que me deu a clareza do que estavam tentando me dizer por puro instinto, sem nenhum preparo ou competência para dar um direcionamento adequado. 

Com esse método 100% brasileiro, consegui medir meus potenciais naturais e entender por que habilidades natas como comunicação estavam tão prejudicadas.

Além de não estar cuidando adequadamente de uma parte importante de mim, o ambiente era completamente desfavorável.

Nossa casa e nosso trabalho precisam nos dar mais do que dignidade prática (um teto, comida, ergonomia e um pouco de dinheiro). Existem necessidades mentais e emocionais que não podem ser negligenciadas.

Em condições favoráveis de temperatura e pressão sou:
8% Criativa
33% Comunicativa
15 % Líder
13% Administradora
30% Executora

É um método que coincidiu com alguns resultados de testes de perfis anteriores (e posteriores) que fiz, só que geravam resultados técnicos bem superficiais e irrelevantes no aspecto prático. 

Informações que diziam o que, sem porque ou como estimular, recompensar, proteger e sobretudo permitir que os potenciais existam tal como são.

Não precisamos depender de direção de alguém com crachá acima do nosso quando podemos de uma forma simples ganhar autonomia sobre nossas próprias capacidades.

Não significa, porém, adotar uma postura rasa de se achar melhor que os gestores que jamais te deram o feedback adequado. 

Concorra consigo mesmo. Trabalhe por você, pelo seu melhor, pelos seus resultados, onde quer que se proponha a estar, saiba que a escolha é sua.

Agir com todo o seu potencial ou se permitir ser tolhido, martelado como prego sendo um parafuso moldado para superfícies menos rústicas, é escolha. 

Hoje posso dizer que meu grande case de sucesso sou eu mesma.

É minha história de quem começou tardiamente no mercado de trabalho, após sobreviver a um período de 8 anos de isolamento social por motivos de saúde. 

Sei exatamente como minha experiência profissional me ajudou a cuidar dos meus traços de caracteres, como o fato de ser uma área dinâmica, comunicativa e analítica ao mesmo tempo era favorável.

E como passou a ser nociva quando o meu melhor estava além dos objetivos de um novo ambiente, que não escolhi estar lá no primeiro momento, mas aceitei permanecer pelos mesmos 2 anos, enquanto passava pelo processo de autoconhecimento.

Teve a agravante da pandemia, que colocou todo o resto da equipe em Home Office e só eu estava presencial. Digamos que minha cota de “fique em casa” já tivesse esgotado no passado. 

Enquanto tudo desmoronava, estava engajada na missão de cuidar de mim apesar de tudo. Fazendo meu network, meus cursos, certificações de especialista, produzindo meus conteúdos, lançando meus livros, escrevendo outros. 

E sobretudo me conectando a pessoas com outro mindset, outra forma de ver e viver a vida, e não apenas com discursos bonitos, mas com resultados práticos e alcançáveis.

Agora que tudo parece ter ruido de vez, incluindo um acidente de percurso com uma empresa irresponsável que suspendeu uma vaga após aprovação em exame admissional e assinatura de proposta de emprego, posso dizer que estou em paz. 

A ansiedade por uma recolocação, ou mesmo por um projeto de empreendimento que foi paralisado por que “investir em meu sonho” – como me recomendaram uma vez – custa dinheiro, não me tirou a consciência do meu valor real.

Não é uma evidência de que não funciona. Ao contrário, funcionou tanto que estou me responsabilizando pela parte que me cabe, ao invés de aceitar a cômoda posição de reclamar do chefe, do presidente, dos pais…

E por isso, ainda tenho disposição para vir aqui e compartilhar um pouco sobre a fonte da minha paz e tranquilidade em meio ao caos pessoal, profissional e nacional.

Nos dias 14 a 21 de Novembro haverá o 12º Workshop de Análise Corporal, você também pode descobrir como o formato do seu corpo explica que tipo de mente você tem e revela as verdades por trás de qualquer problema!

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