Quando alguém perde a luta para uma doença, quando esperamos e pedimos pela cura e ela não vem, muitas pessoas podem dizer: “Deus não se importou com ela”. Em palavras até menos honrosas, é certo que a incredulidade diz que a morte, em especial de uma pessoa que manifestava crer em Deus, é a prova de que a sua fé era vã.
É certo também, que quem é capaz de dizer isso nada sabe sobre quem é Deus, que entregou Seu filho Jesus Cristo para morrer pelos nossos pecados, para que crendo nEle nenhum mal tivesse poder sobre nós. E para todos aqueles que creem, foi avisado que teríamos aflições, mas que tivéssemos bom ânimo, pois Ele venceu o mundo, venceu a morte, e mesmo que esse nosso corpo seguisse seu curso, se corrompendo por doenças e morte, nosso espírito poderia descansar na esperança da ressurreição.
Cura nem sempre é sinônimo de benção, doença nem sempre é sinal de maldição. Há insondáveis propósitos de Deus que envolvem o doente, e todos ao redor que são exercitados por aquela situação. E se sabemos que a morte daquele que crê não é o fim, não há razão para desespero, embora a tristeza sempre será justa, e nossos corações abatidos por perder a companhia do objeto de nossas afeições.
Também exercita aqueles que perderam a oportunidade de dizer o que poderia, gostaria ou sequer imaginou que seria útil ter dito. Exercita aqueles que veem a força misteriosa daqueles que ficaram, e também creem, que anunciam a morte como uma “boa notícia, embora não como esperávamos!” Não é belo, saber que aqueles que partiram deste mundo, não foram de fato vencidos pela morte, mas poupados por Deus das aflições desta cena que nos rodeia?
Existem outras situações que fazem Deus nos tirar de cena, mas o que importa é que não há nada fora do Seu controle onipotente, onipresente, soberano!
O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela. 1 Samuel 2:6