Todos os dias temos notícias de alguém importante, famoso, conhecido da grande mídia que deixou esse mundo. 

Em tempos de pandemia, a causa da morte supera a própria “fama” da celebridade. A morte acaba virando palanque.

Uma antiga tradição religiosa fazia dobrar os sinos das catedrais sempre que alguém “especial” morria. Em algumas delas ainda soam sinos fazendo lembrar a morte de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

1 Coríntios 13:1

Um metal que soa.

Um sino que tine.

Os sinos são avisos que servem para sanar algum tipo de perigo. O mais recente que vi estava numa antiga linha férrea, não fosse por ele, muitos desavisados teriam morrido andando na linha…  

Andar na linha não nos salva do perigo. 

Não importa somente o tinir do sino que anuncia a morte do cordeiro de Deus. Importa a certeza de que Jesus Cristo por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação. (Romanos 4:25). Ressuscitou! 

É consolador saber que não precisamos buscar um aperfeiçoamento moral para sentir-se digno da salvação – É DE GRAÇA!

Vamos todos morrer de “morte morrida” ou “morte matada”. Cuidado para não perdermos nossa humanidade tentando nos “proteger” do vizinho incauto que não está respeitando medidas sanitárias. Tanto um quanto o outro podem parar num lugar nada legal após a morte. Já pensou nisso?

Ninguém é salvo por ser bonzinho, votar no candidato A ou B, ser socialista, capitalista, comunista ou isentão. Por usar máscara e tomar banho de álcool gel. Nem por não tomar vacina e levantar hashtags no Twitter. Nem por ser rainha dos baixinhos, tampouco presidiários.

A salvação é dada pela fé no salvador, Senhor Jesus. E tendo ela no coração não é preciso temer a doença, e tampouco a vacina. Ambas podem ser letais, e merecem todas as considerações e cuidados, mas o máximo que podem atingir é o nosso corpo. E sua alma? Qual será o destino da sua alma?